




























Um teve uma ideia e chamou outros 3. A diferença de
idades entre o mais novo e o mais velho era de 13
anos, sendo que o mais velho tinha o dobro da idade
do mais novo (adivinhem lá a idade do mais novo
Começou-se a ensaiar num espaço em casa do Jabba,
o primeiro baixista, onde tocava com a sua banda mais
experiente, de death metal, os Anguish.
Mais à frente, talvez por divergências de gosto
musical, o Jabba, um amor de miudo, decidiu-se a
aplicar os seus esforços na sua banda principal a cem
por cento, forçando a já prevista entrada de Hugo, que
tocava com Ren na sua banda principal, os V.I.P. -
Vomitos Intencionalmente Puxados - e mais não digo.
Assim nasceu a formação dos Xtema que perdurou por
alguns anos. No inicio e com apenas 3 ou 4 temas,
decidiu-se fazer uma associação de bandas, entre os
VIP e os XTEMA, de modo a conseguir apresentar um
espectáculo completo sem recurso a outras bandas, e
ao mesmo tempo a encontrar espaço para mostrar os
feitos de uma outra banda - SUBVERSÕES, que era a
fusão das duas com os dois membros que partilhavam
ambas as bandas mais Toni, o vocalista de VIP, e
Pedro o baterista de XTEMA.
A experiencia acabou com a dissolução dos VIP, altura
que começou então a marcar o abandono da intenção
estética estritamente Punk que os Xtema
apresentavam então. Mas não antes de ter gravado o
seu primeiro disco de originais - Erva Digital, já depois
um outro com menor qualidade mas com mais temas.
Após este periodo veio o vazio... já ninguem achava
muita piada aos ritmos do punk, todos tinham vontade
contrária a limitar o nosso raio de acção a algo que,
embora fosse a raiz de tudo o que haviam feito até
então, já se previa a chegada ao limite de exploração.
Assim partindo da base da (pouquíssima) formação em
musica que alguns chegaram a ter, a qual circulava
maioritariamente pelo blues, rock, funk, começou-se a
basear toda a estrutura da musica em torno de ritmos
simples, mas sucessivamente alterados ao longo da
estrutura da musica.
O nome Xtema também acabou por resistir pouco
tempo às mudanças, e na verdade, só quando se viram
perante pedidos de musicas de Xtema em concertos,
se aperceberam que até já tinham o seu pequenino
nicho de seguidores. Entretanto era preciso explicar
que já não eramos Xtema, éramos Koobifora, aliás
WFC, aliás TRASHBAILE.
Passados alguns anos, a fórmula musical, acabou por
recomeçar a render, leia-se, a render IDEIAS, porque
as unicas entidades que alguma vez pagaram foram os
musicos próprios da banda, conseguindo montar um
pequeno estudio de ensaios, onde se começaram a
passar, sucessivamente, cada vez mais horas por
semana. A nossa Sede Mundial... A Adega do
PINTALHÃO!
Entretanto, nova mudança, ou ajustamento de rumo.
Pedro Moreira, o autor da ideia, sai. Entra André
Carvalho. Apesar do abalo de perder um membro da
formação inicial, os Trashbaile ajustaram-se e
ganharam um novo alento, começando a atingir niveis
de gozo pela musica que nunca pensaram ser possível.
Depois de uma fase de ensaio e criação, acontece a
partida do guitarrista para a Catalunha, os Trahbaile
têm suspensas as suas actividades, juntando-se
apenas pontualmente por ocasião de um concerto ou
festividade. Antes da fuga para a Catalunha ainda há
tempo para gravar "Bili e a pêra que apaga a luz" na
nossa sala de ensaio com condições completamente
amadoras e improvisadas. Apesar de tudo ficamos com
o registo gravado das músicas e sai a edição não
autorizada do álbum, não autorizada porque nem todos
concordam que "aquilo" seja um álbum...
Com ensaios/concertos de 3 em 3 meses, a criação
obviamente cessa e surge a necessidade de arranjar
um gajo para a guitarra. Entra mais um elemento:
Vitor Espadinha. Recomeça os ensaios, depois a
criação e agora uma fase de muitos concertos.
TrashBaile
André Piruleta - Bateria
António Sombrancelhas - Voz
Hugo Vega - Baixo
Viktor Spadinha - Guitarra
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